Mamografia 3D revoluciona diagnóstico de doenças com imagens precisas

Aparelho, disponível em laboratório da 716 Sul, aumenta em até 40% a probabilidade de detecção precoce de pequenos tumores

Exame Imagem e Laboratório conta um recente e grande aliado para resultados precisos e pontuais na avaliação das mamas: o mamógrafo digital com tomossíntese, também conhecido como mamografia 3D. O aparelho, que está disponível na Mega Unidade da 716 Sul, aumenta em até 40% a probabilidade de detecção precoce de pequenos nódulos, especialmente em mamas mais densas, possibilitando maior chance de cura nos casos de câncer de mama.

Além da mamografia 3D, o Exame adquiriu a máquina de Ressonância Magnética 3 Tesla, versão única e mais avançada do equipamento na América Latina. Além de realizar exames mais rápidos do que outros equipamentos, o 3 Tesla tem o dobro do campo magnético se comparado às ressonâncias comuns. Outro diferencial do aparelho é a capacidade de redução de ruído sonoro, gerando exames mais silenciosos.

Campanha ressalta que os  homens de todas as idades devem manter hábitos saudáveis e rotina de consultas médicas.

Rotineiramente, os velhos preconceitos masculinos relacionados à sua saúde são a causa do diagnóstico tardio de muitas doenças. Com o objetivo de orientar para desmistificar este tipo de comportamento, a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, por meio do Hospital Santa Clara – unidade geral de adultos e materno infantil – alerta durante a campanha Novembro Azul para a necessidade de que homens de todas as idades pratiquem hábitos saudáveis e estabeleçam uma rotina de consultas e exames.

O envelhecimento da população pode ser acompanhado de um problema grave de saúde pública com a estenose da válvula que libera o fluxo de sangue para a principal artéria do corpo humano. Os idosos de mais de 80 anos são o alvo principal da doença. E o mais preocupante é que de 3% a 5% da população pode apresentar algum grau de acometimento da válvula aórtica, a partir dos 65 anos de idade. A hipertensão arterial, aumento do colesterol, o diabetes mellitus e o tabagismo estão na origem do problema.

Flávio Tarasoutchi, diretor da Unidade de Valvopatias do Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas (HC), da Faculdade de Medicina (FM) da USP, explica o que é essa estenose. A válvula aórtica, muitas vezes por ação do tempo – o envelhecimento é uma das causas mais comuns para a doença -, sofre um enrijecimento que limita sua abertura e a distribuição sanguínea para o resto do corpo. Esse processo leva a um represamento de sangue no coração, além de uma congestão pulmonar e circulação sanguínea no cérebro. Ele completa dizendo que a doença é um problema de saúde pública que acomete principalmente idosos acima de 65 anos.

A conferência mundial sobre saúde pulmonar foi encerrada neste sábado em Haia, após o anúncio de progressos na luta contra a tuberculose.

Segue abaixo um resumo dos instrumentos com que médicos e colaboradores humanitários combatem a doença infecciosa mais letal do mundo, que causou 1,7 milhão de óbitos em 2017, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Doença ainda é pouco conhecida mundialmente e será um dos assuntos discutidos no próximo Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular

Embora as transfusões de sangue salvem vidas e devam sempre ser incentivadas, elas não estão livres de complicações. Quadros alérgicos, de leve a grave, contaminações bacteriana, viral ou por parasitas, e até mesmo a incompatibilidade transfusional (quando por algum equívoco a pessoa recebe doação de sangue diferente do seu) são alguns dos riscos associados às transfusões sanguíneas. Contudo, é a chamada Lesão Pulmonar Aguda Relacionada à Transfusão – TRALI, na sigla em inglês - que vêm preocupando médicos hematologistas ao redor do globo.

O câncer de mama é o segundo tipo mais comum em todo o mundo, sendo a causa de mais mortes entre as mulheres e corresponde a cerca de 28% de novos casos a cada ano. A estimativa da entidade é de que há pelo menos 59.700 novos casos da doença no Brasil. Para combater os números preocupantes, outubro ficou rosa para conscientizar a população sobre a prevenção da doença.

O ato de se tocar é extremamente importante para que o câncer seja diagnosticado no começo e tenha maiores chances de cura. Mas, além do autoexame e visita regular ao mastologista para manter os exames clínicos em dia, existem algumas atitudes que podem ser tomadas para reduzir o risco de ter um câncer no futuro, como ter uma boa alimentação e manter uma rotina diária de exercícios físicos. 

Procurar ter uma dieta saudável é muito importante para a prevenção do câncer. De acordo com a professora do núcleo de pós-graduação nutrição do Instituto de Desenvolvimento Educacional (IDE) Joyce Moraes, a obesidade é fator de risco importante para o surgimento de alguns tipos de câncer, e o de mama é um deles. Para combater a obesidade, é importante manter a pratica de exercícios que também irão atuar na prevenção do câncer.

O educador físico e professor do IDE Kadu Lins orienta que a pessoa escolha as atividades que mais se identifica. “O que se recomenda é uma rotina de exercícios físicos que vai te dar prazer. Existem casos de corrida de rua, outros de musculação, e de outras modalidades, pois todos eles ajudaram os pacientes a resgatar sua autoestima, voltar ao seu peso normal, e com isso prevenir a doença”, instrui o professor de educação física do IDE.

Existem alguns alimentos chamados anticarcinogênicos, que são os que reduzem a frequência de manifestações de tumores e estão do lado que luta conosco na prevenção do câncer. “Temos as castanhas, por ser fonte de selênio, e os vegetais verdes escuros, como os brócolis e a couve que são fontes de magnésio. Temos ainda a vitamina D, presente no óleo de fígado de bacalhau, ovos cozidos e alguns peixes. A vitamina E também atua como aliada e está presente nas castanhas e no abacate”, conta professora de nutrição do IDE.

As gorduras do bem podem entrar nesse grupo de fontes amigas. “A gordura presente na sardinha, na semente de linhaça e na chia, que são os ômegas do tipo 3. O carotenoide também tem um papel importante, que são substâncias de cor amarelo alaranjada presente principalmente na pitanga, melancia mamão, goiaba, laranja, cenoura. Além da bromelina presente no abacaxi e da xantina no café. O chá verde, alho e cebola, a casca da uva e o suco integral (que é feito com essa casca) também são anticancerígenos”, lista a colaboradora do IDE.

Frutas e verduras são excelentes aliadas na prevenção do câncer, mas é preciso ficar atento a origem desses alimentos.  Segundo a profissional de nutrição, eles podem estar contaminados com agrotóxicos, então é importante buscar sempre por opções orgânicas, mas se não houver a possibilidade ficar atento aqueles que estão no ranking dos tipos que mais possuem essa substância, como é o caso do pimentão, morango e pepino.

Vilões na luta contra o câncer

“A gente tem também substâncias chamadas bisfenolar e ftalato, que estão presentes principalmente em alimentos que entraram em contato com o plástico. A partir do momento que você usa embalagens plásticas para aquecer sua comida ele será contaminado. Outro exemplo de contaminação são garrafas plásticas de água mineral expostas ao sol dentro do carro vira fonte de ftalato e aumenta a incidência de câncer de mama”, explica Joyce Moraes que faz um alerta também sobre a aflotoxina presente no amendoim brasileiro, pois segundo ela é uma das substâncias mais cancerígenas que existem no mundo.

Os embutidos estão no elenco de vilões na luta contra o câncer. “Salsinhas, linguiça, mortadela, salame, fiambre e presunto entram na lista”, exemplifica Joyce. A docente cita ainda a substância AGEs, que também aumenta as chances de ter a doença e está presente em carne muito torrada. “Aquela crostinha do churrasco e do frango é preciso cuidado. Carne, frango e peixe são tudo de bom, mas desde que estejam extremamente bem passados”, alerta a professora.

O Outubro Rosa serve para conscientização e prevenção do câncer de mama. Importante para nós, mulheres, e igualmente importante para nossas amiguinhas de quatro patas. O câncer de mama é um dos tumores mais diagnosticados em pets, principalmente a partir da meia-idade, ou seja, do quinto ano de vida.

De acordo com o Conselho Federal de Medicina Veterinária, cerca de 30% das gatas e 45% das cadelas são acometidas pela doença. O risco é ainda maior naquelas que fazem uso de anticoncepcionais veterinários e nas que sofrem com gravidez psicológica. Campanhas alertam para a necessidade de fazer o autoexame como forma de detectar o câncer logo no início. E, já que as patinhas da sua cachorra ou gata não podem fazer esse trabalho, cabe ao tutor fazer esse "auto" exame. Procure por nódulos de consistência firme. Mesmo que pequeno, como uma ervilha, qualquer "carocinho" é motivo para uma visita imediata ao veterinário.

"Uma dica é aproveitar a hora do carinho na barriga para avaliar as mamas (as cadelas têm cinco pares e as gatas, quatro pares) apalpando-as uma por uma e entre elas.

Se o tutor notar nódulos, diferença de tamanho, aumento de volume ou algum tipo de secreção, deve levar o pet ao médico veterinário para a confirmação do diagnóstico, que é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais", afirma a veterinária Júlia Leite, da Petland.

E agora? Para confirmar se há mesmo um tumor, o exame mais prescrito é a citologia aspirativa, quando é feita uma punção do nódulo com uma agulha bem pequena, sem necessidade de sedação. Se confirmado o câncer de mama, o próximo passo é avaliar os pulmões.

Os veterinários costumam solicitar uma radiografia torácica para avaliá-los, uma vez que os tumores mamários podem causar metástase para este órgão. O tratamento é cirúrgico, por meio de uma mastectomia na mama atingida.

Se o diagnóstico for precoce, as chances de cura com a cirurgia são maiores, muitas vezes não necessitando de tratamento quimioterápico.

Para evitar Esse tipo de tumor tem alta dependência dos hormônios produzidos pelo útero e ovários.

Por isso, a castração é a melhor forma de evitar a doença: quando castradas antes do primeiro cio, as chances das fêmeas desenvolverem tumores cai para 0,5%, segundo a veterinária. Castrar também evita infecção de útero (piometra) e, nos machos, câncer de próstata e testículo.