O diagnóstico de ME tem evoluído nas últimas cinco décadas. Desde a publicação de The depassed coma: preliminary memoir, que definiu pela primeira vez o conceito de ME,  e  de  sua  consolidação  em  1968,  pelo Ad  Hoc  Committee  of  the  Harvard  Medical School  to  Examine  the  Definition  of  Brain  Death,  pouco  se  tem  acrescentado.  Nos  EUA, em  1981,  o  relatório  da President’s  Commission  for  the  Study  of  Ethical  Problems  in Medicine  and  Biomedical  and  Behavioral  Research, Defining  death:  a  report  on  the medical,  legal,  and  ethical  issues  in  the  determination  of  death,  determinou  que  cabe  à ciência médica o estabelecimento de critérios para a finalidade de diagnóstico de morte e incorporou à legislação americana, no Uniform determination of death act, esse conceito de morte.

Em 1997, a Lei 9.434 deu competência ao Conselho Federal de Medicina (CFM) para definir os critérios para diagnóstico da morte encefálica. Naquele mesmo ano, a Resolução CFM 1.480 estabeleceu que “a comprovação da morte encefálica deve ser realizada utilizando critérios precisos, bem estabelecidos, padronizados e passíveis de serem executados por médicos nos diferentes hospitais” e que “a parada total e irreversível das funções encefálicas equivale à morte”.

Coração: exames clínicos podem salvar vidas e já estão disponíveis com mais conveniência para os pacientes

Paulistas contam com opção de serviço domiciliar para manter a saúde em dia

A vida corrida dos moradores da cidade de São Paulo pode fazer com que a saúde fique em segundo plano. Uma pesquisa sobre mobilidade urbana, de 2016, mostrou que um morador da capital perde 45 dias a cada ano para fazer todos os deslocamentos diários, assim como um estudo da TomTom, do final de 2017, apresentou que os paulistas levam 30% a mais de tempo do que gastaria se não houvesse congestionamento. Mas a correria do dia a dia não pode impedir os cuidados com a saúde. Pensando na realização de exames, que contribuem para o conceito da prevenção e manutenção do bem-estar, o Salomão Zoppi vem fortalecendo o atendimento domiciliar. Isso porque muitos pacientes descrevem que postergaram esse cuidado essencial com a saúde devido à falta de tempo, cerca de 44% dos homens, de acordo com estudo que instituiu a Política Nacional de Atenção Integral a Saúde do Homem (PNAISH). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares, por exemplo, afetam mais de 17 milhões de pessoas só no Brasil e a grande maioria poderia ter sido evitada com um estilo de vida mais saudável.

Críticas às medidas do corpo não são exclusivas das mulheres, mas são em grande parte voltadas a elas. Comentários negativos acerca do peso de celebridades, por exemplo, são frequentes nas redes sociais. Tanto, que na última semana, a atriz Bruna Marquezine fez um desabafo em vídeos no seu Instagram falando sobre problemas que teve, acarretados pela não aceitação do seu corpo, devido a esses comentários.

Dois casos de meningite bacteriana na Central de Triagem Metropolitana II (CTM II), em Ananindeua, região metropolitana de Belém, foram confirmados pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) nesta terça-feira (11). Os detentos apresentaram os sintomas da doença no último sábado (8), e foram encaminhados para diagnóstico e tratamento especializado no Hospital João de Barros Barreto, em Belém.

Foram realizados vários exames clínicos até a confirmação nesta terça-feira. A vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Ananindeua já foi notificada. A Susipe informa que foram adotadas todas as medidas profiláticas necessárias. A profilaxia reduz em 95% a chance de infecção, além de eliminar o estado de portador assintomático da bactéria, reduzindo, assim, a cadeia de transmissão. As visitas também estão suspensas na unidade prisional por 15 dias.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), aproximadamente 4 mil pessoas morrem todos os anos vítimas de linfomas no Brasil. A principal causa das mortes é justamente o desconhecimento sobre esta doença, que, caso seja diagnosticada rapidamente apresenta um elevado índice de cura. De acordo com o médico oncologista, Elge Werneck, 95% dos casos de linfoma tem cura.

A causa da maioria dos linfomas é desconhecida, e alguns podem surgir em pacientes com deficiências imunológicas. Diferente de muitos outros cânceres, ainda se desconhece o que faz com que uma pessoa desenvolva linfoma, e não há como preveni-lo. “Os principais sintomas são febre vespertina, surgimento de ínguas sem motivo especifico, perda de peso e apetite e também coceira na pele”, alerta o especialista.

O médico comenta que o linfoma é um tipo de câncer que afeta o sistema linfático, que é a parte do corpo responsável pela defesa do organismo contra doenças e infecções, e se caracteriza quando o linfócito (glóbulo branco) se transforma em uma célula maligna. “As células vão crescendo de modo descontrolado, criando outras células idênticas e pode surgir nos tecidos linfáticos, como os linfonodos, o fígado, o baço e a medula óssea, por exemplo”, explica.

As principais complicações relacionadas ao diabetes tipo 2 foram abordadas por especialistas médicos de todo o país nos últimos dias 17 e 18 de agosto em São Paulo, no AZ Talks, evento de atualização científica que discutiu os principais desafios e estratégias para o tratamento da doença e suas complicações associadas.
Para o Dr. Arnaldo Bordon, oftalmologista, o controle efetivo do diabetes vai muito além das metas glicêmicas. “Geriatras, oftalmologistas, cardiologistas, nefrologistas e endocrinologistas possuem um papel essencial para o controle da doença. O controle glicêmico é fundamental, mas não é esse fator isolado que fará o paciente ter total controle do diabetes” o especialista destaca ainda que complicações silenciosas, como a retinopatia diabética, podem causar cegueira se não diagnosticadas e tratadas corretamente.
A retinopatia diabética é causada por danos aos vasos sanguíneos no tecido da retina, e a glicemia mal controlada é um dos fatores de risco. A doença possui vários estágios, sendo que, em casos iniciais, não apresenta sintomas. Em alguns casos, os sintomas podem evoluir para borrões e áreas escuras na visão, além de dificuldade para distinguir cores. O Dr. Bordon explica como funciona o diagnóstico. “Por meio do exame de fundo de olho é possível detectar se a vascularização está normal, e pode identificar precocemente alguma alteração”.

No Brasil, 32 pessoas por dia tiram a própria vida, e o primeiro passo para reduzir esse número é saber quais são as principais causas e as formas de ajudar. Por isso, deixar preconceitos de lado e buscar informações são medidas essenciais.