Depois de atrair a atenção do Ministério Público Estadual e dos vereadores locais, agora foi a vez de a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) se manifestar sobre as denúncias feitas pela jornal Diário da Manhã, de Pelotas. De acordo com a publicação, exames pré-câncer de colo de útero, também chamados de Papanicolau, feitos em mulheres atendidas pelo Sistema Único de Saúde na cidade, não estariam sendo analisados corretamente, o que estaria produzindo uma grande redução na detecção da doença, mas um aumento do número de mortes.

Cientistas de uma empresa da Nova Zelândia  criaram nbsp;uma espécie de "scanner" de alta definição capaz de gerar as primeiras imagens de raios-X coloridas e em 3D de pacientes humanos no mundo. A tecnologia é fruto de uma pesquisa que durou quase uma década.

O principal responsável pelas imagens é um dispositivo chamado Medipix. O aparelho funciona como uma câmera, detectando e contando cada partícula subatômica que se choca com os pixels de uma imagem enquanto o seu obturador eletrônico permanece aberto.

Se você nasceu em 1980, vai completar 38 anos este ano, certo? Na verdade,Se você nasceu em 1980, vai completar 38 anos este ano, certo? Na verdade,depende. Do ponto de vista da saúde do seu corpo, pode ser que você seja bemmais velho ou mais jovem.

Cientistas da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, desenvolveram um examede sangue capaz de determinar a expectativa de vida com base na idade fisiológicado corpo - ou seja, identificaram uma forma de quantificar a idade das pessoas pel ofuncionamento do organismo, em vez de calcular pelos anos que se passaram desde o nascimento.

Um dos maiores fantasmas para 4,7% da população mundial acima de 60 anos é a doença de Alzheimer. Isso por conta de não ter prevenção e não ter cura

Existe uma variante da doença o Alzheimer Precoce ,que se manifesta entre 30 e 60 anos, mas que atinge apenas 1% dos indivíduos.

Nesse caso, é resultado de mutações genéticas e o fator hereditário é preponderante. Nos demais, o estilo de vida desempenha papel relevante.

No entanto, não é só no caso do Alzheimer precoce que a genética tem peso especial. Vamos a um pouco de ciência para entender a questão: lá no cromossomo 19, existe um gene que codifica a apolipoproteína E (conhecida como APOE), envolvida no transporte de lipídeos, entre eles o colesterol.

O gene da APOE pode se apresentar de formas distintas, dependendo da disposição dos chamados alelos, que são formas alternativas de um mesmo gene. Eles são três (E2, E3 e E4) e herdamos um par: um vem do pai e o outro da mãe.

Para quem ainda se lembra das aulas de biologia sobre genes dominantes e recessivos, há seis versões possíveis: E2E2, E2E3, E2E4, E3E3, E3E4, E4E4. Mais de 75% das pessoas portam o alelo E3, sem influência para o desenvolvimento de demência.

Uma nova molécula, sintetizada em laboratório, figura como forte candidata para o desenvolvimento de fármaco contra a malária. A possibilidade de um novo medicamento traz esperança a milhares de pacientes infectados pelo Plasmodium falciparum, um dos protozoários causadores da malária, sobretudo pelo fato de os testes mostrarem que a molécula foi capaz de matar, inclusive, a cepa resistente aos antimaláricos convencionais.

A molécula apresenta baixa toxicidade e alto poder de seletividade, atuando apenas no protozoário e não em outras células do organismo do hospedeiro. É derivada da classe das marinoquinolinas, com destacada atividade biológica, e foi desenvolvida no Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos (CIBFar) – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiado pela FAPESP. O estudo também recebeu o apoio financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Instituto Serrapilheira.

Cláudia Collucci, PORTO ALEGRE

Ao examinar o aposentado Ademar Guedes em um posto de saúde da cidade de Benedito Novo (SC), a médica Jaqueline Menegasso fica em dúvida se prescreve ou não um trombolítico, medicamento usado para dissolver coágulos sanguíneos.

Guedes, 63, se submeteu a uma cirurgia de quadril há dois meses e se queixa de inchaço nas pernas. A médica faz uma ligação e é atendida pela cardiologista Priscila Raupp, que está a 627 km, em Porto Alegre (RS).

“Ele sente dores, a perna está quente?”, indaga Priscila, olhando os dados do paciente no computador. Após várias perguntas, a cardiologista não vê necessidade de receitar o remédio, que aumenta o risco de sangramento.

Recomenda apenas que Guedes use meias de compressão e faça exercícios para as pernas. “Obrigada, me ajudou muito”, responde a colega.

Não há nada de agradável na posição de alguém que está esperando para saber se tem câncer ou não.

E, para piorar, é quase impossível escapar dessa dúvida sem a temida biópsia.

Sempre invasiva e quase sempre dolorida, a biópsia é o exame que retira um pedacinho de uma massa suspeita – que pode ou não ser um tumor – para entender o que diabos é aquilo, e definir quais serão os próximos passos do preocupado paciente.

Para ser totalmente justa com a biópsia, ela é a melhor no que faz. Hoje, não existe forma mais segura e a mais certeira de definir o melhor rumo quando há suspeita de uma doença tão complexa quanto o câncer. O que, é claro, não torna o exame mais agradável.

Mas uma alternativa – razoavelmente indolor! – pode estar próxima. A Universidade Duke dedicou um bom par de anos aperfeiçoando uma técnica ambiciosa: combinar ondas sonoras e exames de sangue para criar uma “biópsia líquida” supereficiente.