Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é campeão de casos de depressão na América Latina afetando 5,8% da população, o que representa um total de 11,5 milhões de brasileiros.

No âmbito global, o número de casos cresceu mais de 18% em dez anos. Com esse avanço rápido, a organização prevê que até 2020 a depressão se torne a doença mais incapacitante do mundo.

Tendo em vista esses números alarmantes, a saúde mental já é considerada uma prioridade para a OMS. Por isso, o data 10 de outubro é considerada o Dia Internacional da Saúde Mental, e visa trazer a público mais informação e combater o preconceito em torno das doenças psicológicas alertando sobre seus efeitos, sintomas e tratamentos.

Muitos pais esperam que os filhos ultrapassem a primeira infância (5 a 6 anos) para levá-los pela primeira vez ao oftalmologista para consultar. Entretanto, essa prática pode contribuir para que problemas no desenvolvimento da visão da criança sejam tardiamente detectados. De acordo com a Dra Dayane Issaho, oftalmologista com especialização em Oftalmopediatria e Estrabismo pela Universidade Federal de São Paulo e University of Texas Southwestern, em Dallas (EUA), o ideal é que a primeira visita ao especialista ocorra ainda no primeiro ano de vida da criança. “É recomendável uma consulta de rotina ainda no primeiro ano, de preferência nos primeiros 6 meses. Os olhos são os órgãos que mais se desenvolvem no primeiro ano de vida. Já o desenvolvimento cerebral da visão ocorre até cerca de 7-8 anos de idade. Por isso é importante que qualquer alteração visual seja diagnosticada precocemente para permitir um desenvolvimento visual normal na criança”, explica.

A US Preventive Services Task Force publicou recentemente uma revisão sobre medidas para estimular a perda de peso em pacientes com obesidade, seja com medidas comportamentais ou farmacológicas. Além de avaliar a perda de peso, também foi analisada a manutenção da perda de peso. Entende-se por perda de peso relevante quando há redução de 5% ou mais do peso corporal anterior.

As medidas comportamentais incluíam programas orientados de exercício físico, orientações dietéticas e uso de aplicativos de celular com mensagens que estimulassem a adesão e educação dos pacientes. Os profissionais envolvidos nessas medidas eram principalmente médicos da atenção básica ou então equipes multiprofissionais, que incluíam educadores físicos, psicólogos e nutricionistas. Entretanto, observou-se que a maior parte dos participantes desses estudos tinha alto grau de instrução além de pertencerem às classes média e média alta. A adesão foi boa em todos os estudos analisados, com dois terços dos pacientes chegando ao final do estudo (o tempo de duração de todos eles variava de 12 a 24 meses).

Cozido de carneiro, espesso e cheiroso, cozido até a carne se soltar do osso e servido com macarrão grosso e saboroso —esse é o tipo de comida que vence o frio inverno no norte da China. 

Mais ao sul, climas mais quentes favorecem mais plantações. Legumes frescos fritos podem acompanhar o “dim sum” (estilo culinário chinês com pratos do tamanho de uma mordida) em Guangdong ou ser o destaque de uma refeição picante em Sichuan. Lichia, durião e outras frutas perfumam o ar.

Examinando o DNA da população chinesa, encontra-se um resquício dessa história culinária, segundo o maior estudo genético da já realizado no país, publicado na quinta-feira (4) na revista Cell.

Os autores relataram que uma mutação do gene FADS2, que participa da metabolização de ácidos graxos, é mais comum nas populações chinesas do norte do que do sul, indicando uma dieta mais rica em conteúdo animal. É uma de diversas descobertas que resultaram de ampla análise da informação genética de 141.431 participantes.

Avaliação básica é recomendada a partir dos 20 anos

Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) informam que 30% das mortes no Brasil são decorrentes de doenças cardiovasculares. Em 2017, foram registrados mais de 300 mil casos. O dia 29 de setembro é lembrado como Dia Mundial do Coração e serve de alerta para que as pessoas cuidem da saúde cardiovascular e façam a avaliação anual.

O especialista Roberto Cândia, cardiologista que integra o corpo clínico do Atalaia, laboratório da Dasa, alerta para o infarto. “O ataque cardíaco acontece quando há um bloqueio das artérias coronárias, que irrigam o coração”, explica. “O principal sintoma é dor no peito, que pode estar relacionada a algum esforço físico. Ela pode se espalhar para o braço, costas e mandíbula.”

Uma das datas mais importantes do calendário, o Outubro Rosa, mês de prevenção e conscientização sobre o câncer de mama, ganhou um aliado poderoso a favor do diagnóstico precoce e na luta contra a doença: os testes genéticos. Na população, há um grupo de mulheres com um risco maior de desenvolver câncer de mama e, para elas, os testes genéticos são uma nova opção.

No GeneOne, o laboratório de genética da Dasa, já é possível realizar testes que identificam o risco de desenvolver a doença por causa hereditária, que corresponde de 5% a 10% de todos os casos registrados no país. O câncer de mama é o segundo mais recorrente e o que mais causa a morte de mulheres no país, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Segundo o órgão, a estimativa para o biênio 2018-2019 é de 59.700 novos casos.

Na hora de escolher qual exercício praticar, a maioria das pessoas se baseia nos níveis de queima de calorias, visando eliminar os indesejáveis quilinhos extras. Para esse objetivo, corrida e spinning (conhecido também como pedalada indoor) são ótimas opções. Atividades aeróbicas rítmicas ambas, envolvem grande volume muscular.

Segundo os cálculos gerais do American College of Sports Medicine uma pessoa de 80kg irá queimar cerca de 1.000 calorias em uma hora de corrida. Já pedalando em uma velocidade constante de 18 a 25km/h queima cerca de 850 calorias. “É claro que os dados são relativos. Apesar de existir um valor médio para a perda de peso, a intensidade é fator determinante”, comenta a doutora Karina Hatano, médica do exercício e do esporte.